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Mais um Orçamento

“Portugal tem problemas orçamentais desde que a nossa memória alcança. Mesmo assim, o Orçamento de Estado para 2010 destaca-se pelo dramatismo. As organizações internacionais avisam, os credores ameaçam, a crise recomenda que seja um documento decisivo, marcante, duro.

Não há dúvida que este orçamento traz elementos históricos. Vem dizer-nos que em 2009 se verificou o maior agravamento de sempre no défice em percentagem do PIB. O saldo global das contas públicas caiu 6.6 pontos percentuais, de 2.7% para 9.3% (desde que há estatísticas de contas públicas, em 1836, o maior deslize registado fora de 4 pontos percentuais em 1981). A dívida pública atingiu 85.4% do PIB, o valor mais alto desde 1923 (com analistas a falar de dívida escondida que atiraria este indicador para cima dos 90%).

Este é, sem dúvida, o elemento decisivo. Sem se perceber o que aconteceu não é possível entrar na trajectória credível e sustentável. O que aconteceu (quadro III.1 do relatório) foi que a receita fiscal caiu mais de 10% e as contribuições sociais mais de 12%, fazendo a receita pública descer quase 9%.

Pelo seu lado a despesa aumentou um total de 5.8%, apesar das despesas com pessoal terem descido 11.7%. Claro que este último valor não representou redução. Como o próprio Relatório admite “no período em análise houve várias alterações no perímetro das administrações públicas que podem ter influenciado o conteúdo destas” (p.21). As remunerações certas e permanentes do Estado tiveram afinal uma subida de 0.3% (p.139).

Perante este cenário avassalador, que em boa medida se deve à crise mundial, que faz o Governo? O cenário macroeconómico está dentro das previsões internacionais, mas comporta um incontornável alto grau de risco. As medidas, porém, são mais de congelamento que corte ou aumento. Assegura-se que os impostos não sobem e os salários dos funcionários públicos não descem. Acertam-se alguns benefícios fiscais e mudam-se algumas regras. Mantém-se as mascotes políticas das grandes obras públicas e sugere-se a reversão do anterior refrão, as SCUT. No geral o tom é de moderação e confiança, o que contrasta com a dureza dos números. Não se vislumbra a dureza clara que países como a Irlanda decidiram adoptar.

O Governo que protestou muito com o défice de 6.8% que herdou em 2005 e que, depois de falar de consolidação durante quatro anos, acabou a legislatura acima dos 9%, promete agora ficar abaixo dos 3% em 2013. Mas no primeiro ano do processo desce só um ponto percentual dos mais de seis necessários. Resta saber se os mercados internacionais consideram esta promessa credível.

Precisamente por causa da crise internacional (que será a principal origem do descalabro se quisermos esquecer o ano eleitoral) criou-se no mundo um clima financeiro muito sensível e os credores tendem a estar nervosos. Para um país que deve mais de 100% do seu PIB ao exterior esta é uma consideração central. No entanto, apesar da casa estar a arder, este é afinal mais um orçamento, na linha dos anteriores.”

Fonte: http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS_OPINION&id=407395

O salazarismo que perdura em nós

“O tema é recorrente em momentos eleitorais ou em crises económicas profundas. Falo da versão light do slogan “os ricos que paguem a crise”: é preciso agravar a carga fiscal de quem ganha mais para ajudar quem ganha menos.

Não vale a pena repescar a estafada ideia de que tributar quem ganha mais desencoraja o investimento. Nem outra (válida) de que, à medida que a tributação sobe, se reduz o incentivo para trabalhar mais. A questão é mais profunda e vem do salazarismo: gostamos de ser remediados (adoramos cultivar a pobreza).

Faz sentido aumentar as deduções fiscais às famílias de menores rendimentos, agravando as deduções às que ganham mais? Faz. Mas se o Governo quer fazer alguma coisa pelo País, tem de promover a riqueza, não o nivelamento por baixo. Isto é, não se pode contentar com discriminar positivamente quem tem menos rendimentos. Tem de implementar políticas que nos façam enriquecer: os que (agora) ganham menos e os que, ganhando mais (agora), podem ganhar ainda mais no futuro. Porque o problema da sociedade portuguesa não é ter pessoas que ganham bem e outras mal. É não conseguirmos que as segundas migrem desse grupo para o dos mais ricos. É que, bem vistas as coisas, todos ganharíamos se em vez de 30 mil famílias que ganham mais de 5 mil euros, tivéssemos 100 mil. Nivelar por baixo é defender um dos complexos do salazarismo, de que ainda não nos livrámos. A propósito, alguém se admira de estarmos cada vez mais pobres face aos nossos parceiros?”

Retirado daqui: Jornal de Negócios

Arranjo de flores!

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Meia-Maratona

Ontem lá fui fazer a minha primeira meia-maratona. Tinha ideia que ia ser a minha primeira e última meia-maratona, já que sempre pensei que fosse uma corrida para se fazer apenas uma vez na vida, mas depois de a acabar fiquei com vontade de voltar a fazer daqui a um ano.

Os primeiros 10km’s foram bastante bons, acompanhando mesmo o “2 hour man” – que seguia apenas uns 50 metros mais à frente. Dos 10 aos 15 as coisas começaram a “rodar” mais lentas, e dos 15 aos 18 surgiram as dificuldades. Cometi dois erros que espero corrigir no próximo ano:

1º – Hidratação: Apenas comecei a beber água aos 18 km! Foi muito tarde!!
2º – A banana que levei devia ter sido comida mais cedo

Dos 18 aos 21 as coisas começaram a melhorar, a meta já estava à vista, ainda tentei aumentar o ritmo, mas as pernas não deixaram, por isso foi aguentar até ao fim.

O tempo de corrida não foi muito bom – 2:15 (foram menos uns segundos, mas fica o tempo arredondado), mas no fundo não ficou longo daquilo que esperava fazer que era à volta do 2:05/2:10.

Para o ano espero lá estar!

P.S. – Faltam dar os agradecimentos à Lara Croft pela inscrição, e os parabéns ao “2 hour man”, respectivo irmão e ao Carlos.

P.S. 2 – Ficam também os parabéns especiais ao Gonçalo pela magnífica corrida e pela companhia. Quero-te ver a fazer isso quando tiveres 32 anos ;-)

Expected identifier, string or number

Tenho andado a desenvolver o interface no site da Diplomata Tours, com o motor de reservas do Amadeus. Já tudo funciona, mas andava com um problema. Usando o IE obtinha sempre este erro: “Expected identifier, string or number”. Já não sabia mais o que fazer, até que encontrei esta página: http://dotnetfish.blogspot.com/2007/11/expected-identifier-string-or-number.html que me resolveu o problema.

Tinha isto:

<script type=”text/javascript”>
function customRange(input) {
return {
minDate: (input.id == “datepicker2″ ? $(“#datepicker1″).datepicker(“getDate”) : null) ,
};
}
</script>

Passei a ter isto:

<script type=”text/javascript”>
function customRange(input) {
return {
minDate: (input.id == “datepicker2″ ? $(“#datepicker1″).datepicker(“getDate”) : null)
};
}
</script>

Problema resolvido! Ou seja tinha uma “,” a mais. O curioso é que apenas o IE dava erro…

Temos skiador (esquiador)

Nada mau para primeira vez!

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2009

Primeiro que tudo BOM ANO 2009 para todos os que lêem este blog.

2009 devido a toda a conjuntura dos últimos meses é um ano para o qual a maior parte das pessoas olha com prudência e mesmo com algum receio… eu apesar de trabalhar na Banca e pior ainda na Banca de Investimento quero acreditar que poderá ser um ano positivo, difícil mas positivo, principalmente para o meu sector.

Vai requerer sacrifícios de todos nós mas no fundo a minha percepção é de que vai haver um “downsizing” do nosso nível de vida para um patamar sustentável. É minha convicção de que nos países ditos desenvolvidos toda a gente andava a viver acima das suas possibilidades… trocava-se de casa e de carro como quem troca de camisa, trocava-se de frigorífico, televisão, portátil e outros que tais pelo simples facto de ter aparecido um modelo com mais um botão e sem que tivéssemos verdadeira necessidade de o fazer. Deixámos de “reformar” os bens materiais só quando deixavam de funcionar e de cumprir a função para a qual os tínhamos adquirido e passámos a “reformá-los” por simples capricho.

As famílias (no sentido lato de todas as pessoas individuais) vão ter de repensar os seus gastos e os seus hábitos de consumo… eu própria admito que me vai custar mas no fundo o que andávamos a fazer não era sustentável nem ao nível do nosso rendimento nem ao nível do nosso planeta. Se olharmos para a “big picture” vamos perceber que esta recessão (que vai acontecer quer queiramos quer não) será uma coisa positiva para o nosso planeta ao nível dos recursos consumidos e da pressão que sobre ele andávamos a exercer.

Por outro lado há que admitir que esta conjuntura mais negra vai ser muito má para os pobres deste mundo… vai ser mais difícil reunir as ajudas necessárias para os refugiados, para as vítimas das guerras e das catástrofes naturais e vamos ter de fazer todos um esforço muito maior para ajudarmos as organizações de apoio social…

Mas eu sou da opinião de que temos de ser positivos… não podemos sair derrotados logo da linha de partida… e por isso desejo um bom 2009 a todos e espero daqui a um ano estar aqui a fazer uma previsão mais positiva para o ano de 2010…

100 dias de bicicleta em Lisboa

Um artigo interessante retirado daqui: http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1354680

“Paulo Santos deu hoje por terminado um ciclo e encerrou oficialmente o projecto “100 dias de bicicleta em Lisboa” na Praça do Comércio, onde há um ano deu início ao ‘lóbi’ por uma cidade “ciclável”.

A 1 de Janeiro de 2008, o investigador do Instituto Superior de Engenharia de Lisboa e engenheiro de Vias de Comunicação e Transportes Paulo Guerra dos Santos começava o projecto “100 dias de bicicleta em Lisboa”, em defesa da ideia de Lisboa como cidade “ciclável”.

Hoje, um ano volvido, voltou à Praça do Comércio, local de onde partiu a viagem de bicicleta que marcou o arranque do projecto – num trajecto até ao Saldanha – para dar por concluído um ciclo, e com o objectivo a que se propôs largamente superado.

“Achei que 100 dias de bicicleta em Lisboa era um objectivo ambiciosíssimo, acabei por descobrir ao longo de vários meses que não. Fiz 200 dias de bicicleta em Lisboa”, disse o mentor deste ‘lóbi’ ciclista na capital, Paulo Santos.

A ideia veio de fora, depois de algumas experiências em países como a Finlândia, a Alemanha ou a Holanda, onde culturalmente a bicicleta está instituída como meio de transporte pessoal e não apenas como mero objecto de lazer.

“Nestes países, a primeira coisa que fazem é dar-nos uma bicicleta para as mãos. Nós achamos estranhíssimo, uma bicicleta, não estamos habituados a usá-la como meio de transporte, mas depois como vemos o exemplo das outras pessoas, aquela gente de um país rico e desenvolvido a usar a bicicleta, nós também, um pouco a custo, lá começamos a usar a bicicleta”, disse Paulo Santos.

“O que é engraçado é que no final de uma semana nós habituamo-nos e adaptamo-nos completamente àquele meio de transporte e quando regressamos a Lisboa achamos estranhíssimo regressar a uma cidade onde não há condições para se andar de bicicleta, onde se vê poucas pessoas a dar o exemplo e a andar de bicicleta”, acrescentou.

Do exemplo estrangeiro, da sua própria formação e da necessidade de fazer um mestrado surgiu o mote para a tese que se prepara para defender nos primeiros meses de 2009.

“Lembrei-me de conversar com os meus professores e perceber porque é que não se anda de bicicleta na cidade de Lisboa e o que é que tinha que se fazer para criar condições para que as pessoas possam andar em segurança nas suas bicicletas e utilizá-la como meio de transporte no dia-a-dia”, explicou.

“100 dias de bicicleta em Lisboa” acabou por ser o laboratório da sua tese, usando a experiência pessoal em defesa da ideia de Lisboa como cidade atractiva para ciclistas, apesar de todas as ideias pré-concebidas.

“Aquele mito maior que se fala das colinas, na verdade as colinas correspondem a 10 por cento da área da cidade, Lisboa é essencialmente plana na zona ribeirinha e um grande planalto no centro. Temos uma zona alta da cidade, praticamente plana, que corresponde a mais de metade da área da cidade. E por aí qualquer pessoa consegue andar de bicicleta sem esforço”, defendeu o investigador.

Para Paulo Santos são várias as vantagens em recorrer à bicicleta como meio de transporte citadino e nem o tempo é desculpa para não ir para a escola ou para o trabalho a pedalar.

“Em Lisboa chovem 40 dias por ano com intensidade, ainda sobram 325 para podermos andar de bicicleta”, referiu.

Entre as vantagens apontadas pelo mentor do projecto “100 dias de bicicleta em Lisboa”, é o próprio a destacar a vertente economicista da opção pelas duas rodas.

“Conseguimos deslocar-nos a custo zero. Não temos que gastar dinheiro em combustível, em manutenções e compra do automóvel. Com 250 euros compramos uma boa bicicleta”, sublinhou.

Paulo Santos afirma que existem outros benefícios palpáveis como a melhoria da saúde física e a prática de exercício, a questão ambiental, com deslocações feitas com “poluição zero” e a redução dos níveis de stress, sem estarmos sujeitos ao pára-arranca do trânsito diário.

“A minha velocidade média em hora de ponta chega a ser superior à de um automóvel”, disse.

Mas existem outros benefícios, não tão tangíveis, mas igualmente gratificantes.

“Na nossa relação com a cidade, conhecemos uma cidade completamente diferente, porque conseguimos vivê-la, conhecer rua a rua, avenida a avenida, encontramos pessoas, os relacionamentos sociais são completamente diferentes quando andamos de bicicleta ou fechados na nossa lata de uma tonelada”, referiu o investigador.

E transformar Lisboa numa cidade apelativa aos defensores da utilização das bicicletas não seria muito complicado, como defende Paulo Santos.

“Na realidade, não é preciso mexer muito na cidade. Temos excelentes avenidas, excelentes vias, com grande largura, onde podemos roubar uma berma na estrada para criar um corredor para bicicletas com um metro e meio de largura e garantir que ali só circulam bicicletas à semelhança do que se faz noutras cidades”, defendeu.

“Estamos a falar de uma pintura de estrada, alguns sinais verticais de trânsito e algumas mexidas na legislação. É preciso mexer um pouco no código da estrada para dar alguns privilégios de segurança à bicicleta”, acrescentou Paulo Santos.

Para o mentor do projecto “100 dias de bicicleta em Lisboa” basta apenas “vontade política” para mudar a actual situação.

“Os técnicos que trabalham nesta cidade já há muito tempo que sabem o que fazer na cidade e como fazê-lo. Basta apenas alguma mudança política e alguma vontade de querer fazer algo pelas pessoas e não pelos automóveis”.”

Ritual nocturno

Os rituais nocturnos lá de casa têm evoluído e vão sendo cada vez mais elaborados (e menos traumáticos valha-nos isso)… a ida da sala para a casa-de-banho para lavar os dentes é feita com o Miguel transportado de cabeça para baixo pelo pai que depois volta para buscar o João e o levar à “super bebé”. Já na casa-de-banho lava-se os dentes, sempre com discussão para ver quem se senta no tampo da sanita e quem se senta no tampo do bidé durante a escovagem, e faz-se o último xixi… de seguida sentam-se os dois no chão do hall dos quartos à espera dos respectivos copos de água. Depois o João corre para a cama dele onde se aninha com as suas 3 xuxas (ou 5 conforme o dia), fraldinha e por vezes urso à espera que o irmão se deite ao lado dele para lhe dar um beijinho de boa noite. Para o Miguel novo transporte de cabeça para baixo entre o quarto do irmão e a cama, muitos beijinhos, muito aconchegadinho com o edredon e já está!!! É uma canseira mas sabe muito bem!

Fim-de-semana

Quando se passa o fim-de-semana em Lisboa e o tempo está fabuloso há que imaginar coisas diferentes para fazer com as crianças e por isso este sábado resolvemos fazer um programa que já não fazíamos há mais de um ano… fomos de carro até Santos, apanhámos o comboio para a Cruz Quebrada e almoçámos no restaurante Baía dos Golfinhos, depois do almoço fomos de comboio até ao Estoril onde jogámos à bola e apanhámos conchinhas na praia e depois voltámos de comboio até ao nosso carro onde eles caíram ferrados a dormir até casa!!!
No domingo fomos à ante-estreia VIP do filme “Madagáscar 2″ com os convites que um cliente muito simpaticamente me arranjou. Eles deliraram!!! A sessão foi na estufa fria (uma selva improvisada), receberam guloseimas (barras de chocapic e pipocas quentinhas) e ainda puderam ver o Alex e o pinguim “chefe” ao vivo!!! À tarde fomos ver uma peça de teatro “Eu amo reciclar e as fadas também” ao Centro Cultural Franciscano no Largo da Luz. O João dormiu, o Miguel delirou e nós achámos uma verdadeira seca mas o que interessa é que as crianças adoraram e afinal a peça é feita para eles.

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