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Dá que pensar!

“Rendimentos dos portugueses está tão longe da UE como há 13 anos

Os portugueses não sentiram melhorias significativas no seu nível de rendimento nos últimos 13 anos face aos parceiros comunitários, de acordo com os dados divulgados ontem pelo gabinete de estatísticas comunitário.

Portugal está na cauda da Zona Euro, perdeu poder de compra entre 2005 e 2007, já foi ultrapassado por Chipre, Eslovénia, Malta e República Checa – que só integraram a União Europeia em 2004. E a distância em relação ao poder de compra de outros novos Estados-membros como a Eslováquia, Polónia e Lituânia está cada vez mais curta.

Em 2007, o poder de compra dos portugueses encontrava-se 23,8% abaixo da média da União Europeia (UE), apenas 1,2 pontos percentuais acima da distância registada em 1995, altura em que se inicia a série de dados comparáveis disponibilizados pelo Eurostat. Isto não significa, necessariamente, que, em termos absolutos, o poder de compra não registou melhorias por cá. Apenas confere a certeza de que os restantes Estados-membros conseguiram no mesmo período uma melhoria mais significativa do que o nosso País, onde o rendimento por habitante, medido em paridade do poder de compra, foi de 18.955,8 euros em 2007, bem abaixo dos 27.162 euros da vizinha Espanha ou dos 66.307,7 euros do Luxemburgo.”

Fonte: http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=344918

Empresários

Um artigo de opinião do Camilo Lourenço que me pareceu interessante. O original está no Jornal de Negócios.

“e você abrir uma sapataria na esquina mais próxima, caro leitor, está a correr um grande risco. Porque se lhe faltarem os clientes terá o banco que o financiou à perna. Provavelmente executando todas e mais alguma garantia que tiver prestado. Por isso, antes de se meter numa aventura empresarial pense bem: em vez da sapataria meta-se antes na banca ou noutro sector com visibilidade (por visibilidade entenda-se “estar no radar do Governo”).

Aí estará safo: se o negócio der para o torto, o problema deixa de ser seu (e até dos bancos que o financiaram) para cair directamente no colo do Governo. Outra leitura não se pode fazer do que ocorreu nas últimas semanas. O BPP, quase um “hedge fund”, entrou em dificuldades e, depois de o ministro das Finanças ter dito que o problema era dos accionistas, o Governo lá “empurrou” seis bancos (até a CCAM está no grupo) para lhe darem uma ajuda. Ao sector automóvel também saiu a taluda do Natal: da noite para o dia apareceram 900 milhões de euros para as empresas do sector.

Fantástico! Ficamos a saber que o risco não é elemento integral, e inevitável, dos negócios. Não sei porquê cheira-me que aquando da próxima recessão essas empresas vão andar novamente por aí, de chapéu estendido, a fazer o mesmo peditório. E, naturalmente, o Governo de então fará exactamente o mesmo que este fez. Será que este país tem mesmo empresários?”

BPN já cobra comissões na sua rede de ATM

Tenham atenção:

“São apenas 77 caixas automáticas, de um universo de 13 mil ATM, mas pode ser um precedente importante. Quem levantar dinheiro na rede NetPay paga como se estivesse no estrangeiro

Levantar dinheiro numa caixa automática pode dar direito ao pagamento de uma comissão. Isto se o consumidor o fizer numa das 77 ATM da rede NetPay.

A revelação da cobrança desta comissão é feita pelo próprio dono da rede NetPay – o Banco Português de Negócios (BPN). Em resposta a um e-mail que circula na Internet, o banco emitiu um esclarecimento explicando que são aplicadas taxas se o levantamento for feito com “cartões com a marca Multibanco e que são normalmente emitidos sob uma insígnia internacional – Visa ou Mastercard – que funcionam a crédito e a débito (vulgarmente designados por duais ou mistos) e permitem que em ATM Sibs (Multibanco) o cliente possa efectuar levantamentos a débito (default) ou a crédito”.

Ora, estes cartões correspondem a mais de 90% dos que circulam em Portugal, ou seja, cerca de 18 milhões. Trata-se daqueles que ostentam a marca Multibanco e são também Visa/Electron ou Mastercard/Maestro. Permitem levantar dinheiro a débito em Portugal e no estrangeiro e funcionam como cash-advance (levantamento a crédito), operação sujeita a comissão.

No caso dos levantamentos feitos com estes 18 milhões de cartões nas 77 ATM da rede NetPay, estes “são considerados pelas entidades emissoras dos cartões como cash-advance e são comissionados como tal pelas entidades emissoras dos referidos cartões”. A NetPay não usa o processador nacional, a Sibs, e processa as suas operações no exterior.

O BPN, que não adianta o valor da comissão, diz que estas são cobradas pela Visa ou Mastercard. Mas não alerta os utilizadores da sua rede de ATM para o facto de estarem a pagar uma taxa sobre a operação.”

Fonte: http://dn.sapo.pt/2008/10/03/dnbolsa/bpn_cobra_comissoes_sua_rede_atm.html

Reclamação de restituição de taxa de portagem

Já sabem qual é o processo para pedirem a restituição da taxa de portagem quando estas estão em obras? Eu também não sabia. Fui ao site da BRISA (http://www.brisa.pt/Brisa/vPT/Centro+de+Imprensa/Noticias/Reposit%C3%B3rio/RESTITUICAO_PORTAGEM.htm), e descobri a forma… É para rir!

Deixo aqui a transcrição da página para se rirem comigo:

“De acordo com a Lei nº 24/2007, de 18 de Julho, posteriormente regulamentada pelo do Decreto Regulamentar nº 12/2008, de 9 de Julho, só poderá haver eventualmente lugar à restituição de qualquer valor pago a título de taxa de portagem, pela utilização de troço ou sublanço em obra, se e só depois de existir Declaração Formal de Incumprimento da concessionária, emitida pelo concedente.

Esta Declaração de Incumprimento está sujeita a procedimento próprio, definido no art. 12º do DR nº 12/2008.

Existindo Declaração de Incumprimento os utentes podem no prazo de 60 dias a contar da utilização da via ou da publicação da Declaração de incumprimento, conforme a que for mais recente, reclamar a restituição da taxa de portagem paga correspondente ao troço em obras, mediante o preenchimento do formulário aprovado pela Portaria nº 604-A/2008, de 9 de Julho, e a apresentação do respectivo comprovativo de pagamento (original), como dispõe o nº 3 do art. 16º do DR 12/2008.

Formulário para download

Os formulários, assim como os originais dos recibos de portagem, poderão ser entregues nas Lojas Brisa ou enviados por correio. No caso dos clientes Via Verde, os formulários deverão ser entregues nas Lojas Via Verde ou enviados por correio”

Como está patente, este é sem dúvida um processo muito simples de cada uma de nós fazer… ou NÃO!

Não seria mais fácil o desconto ser aplicado automaticamente quando o condutor paga a portagem? É que neste processo temos que saber se o concedente (o Estado) considera que a auto-estrada está em obras, depois temos que preencher o formulário e depois temos que perder tempo ou dinheiro (ou tempo e dinheiro) a enviar os papelinhos e o formulário…

Como são formados os preços dos combustíveis?

Está tudo bem explicado aqui neste quadro retirado do artigo no Jornal de Negócios:

Gasolina 95 octanas*

Gasóleo*

ISP 0,583 41,85% 0,364 29,6%
IVA 0,242 17,37% 0,213 17,3%
Venda a retalho 0,111 7,97% 0,114 9,3%
Distribuição 0,02 1,44% 0,019 1,5%
Refinarias 0,438 31,4% 0,519 42,2%
Total 1,393 100% 1,229 100%

Preços dos combustíveis

Retirado do Jornal de Negócios. Vale a pena ler para percebermos a extensão do roubo nos preços dos combustíveis:

“Os preços dos combustíveis antes de impostos em Portugal agravaram-se face aos praticados na UE-15. Em Dezembro de 2007, Portugal apresentava o quinto preço mais elevado para a gasolina sem chumbo no “ranking” da UE a 15 e o terceiro mais elevado para o gasóleo.

“Em Dezembro de 2007, Portugal verificou uma degradação da sua posição relativa no ‘ranking’ dos preços mais baixos antes de impostos dos combustíveis na UE a 15″, refere a Autoridade da Concorrência na “newsletter” de Acompanhamento dos Mercados dos Combustíveis relativa ao quarto trimestre do ano passado.

Em 2007, os preços médios de venda ao público (PMVP) antes de impostos dos combustíveis apresentaram uma tendência crescente, iniciada no início de Fevereiro. A subida dos preços do gasóleo foi mais acentuada que a verificada na gasolina sem chumbo 95.

O gasóleo sofreu um aumento de 13,9 cêntimos por litro, tendo começado o ano com um PMVP antes de impostos de 47,8 cêntimos por litro e terminado com o preço de 61,7 cêntimos por litro. O preço da gasolina aumentou 10,2 cêntimos por litro, de 43,6 cêntimos por litro, na primeira semana de Janeiro, para 53,8 cêntimos por litro na última semana de Dezembro, de acordo com os dados da Concorrência.

Também os PMVP com impostos registaram uma tendência ascendente, em 2007. O preço de venda ao público do gasóleo aumentou 18,3 cêntimos por litro, de 1,005 euros por litro na primeira semana de Janeiro para 1,188 euros por litro na última semana do ano.

O PMVP da gasolina sem chumbo 95 subiu 13,9 cêntimos, de 1,217 euros por litro, para 1,356 euros por litro.

Comparando com a UE-15, o PMVP com impostos da gasolina em Portugal situava-se acima da média enquanto o do gasóleo ficou abaixo da média.

O PMVP da gasolina sem chumbo praticado em Portugal era, a 17 de Dezembro, o quarto mais elevado da UE a 15 e ficava 2,3% acima da média.

Já o preço do gasóleo, situava-se 1,6% abaixo da média da UE mas, ainda assim, era o quinto mais elevado entre os 15 estados-membros.

Líquidos de impostos, os PMVP da gasolina e do gasóleo ficaram os dois acima da média da UE-15. Em Portugal a gasolina sem chumbo 95 custava 0,545 euros por litro e era a quinta mais cara da Europa (na UE-15 o preço médio ficava nos 0,524 euros por litro).

O gasóleo, em Portugal custava 0,628 euros por litro, líquido de impostos, sendo o terceiro mais caro (0,601euros por litro em média na UE-15)

Preços mais baixos nos postos de combustíveis junto a àreas comerciais

No final de Dezembro de 2007, os preços médios mais baixos da gasolina sem chumbo 95 e do gasóleo registaram-se em postos de combustíveis junto a áreas comerciais, nomeadamente supermercados e hipermercados.

Nesses postos, os preços médios atingiram os 1,322 euros por litro e 1,143 euros por litro para a gasolina sem chumbo 95 e para o gasóleo, respectivamente.

Os preços médios registados nos hipermercados foram 2,9% mais baixos do que os preços médios praticados nas auto-estradas para a gasolina sem chumbo 95 e 3,3% mais baixos do que os preços médios do gasóleo em postos de auto-estrada.

Durante 2007, os preços médios registados nos hipermercados foram entre 2% e 4% mais baixos do que os preços médios praticados nas auto-estradas para a gasolina sem chumbo 95 e entre 3% e 5% mais baixos do que os preços médios do gasóleo em postos de auto-estrada.

“O crescimento dos postos de combustíveis de supermercados e hipermercados será um elemento disciplinador fundamental da concorrência de preços dos combustíveis ao nível retalhista”, considera a Autoridade da Concorrência.

Em termos regionais, na última semana de Dezembro de 2007, o preço médio da gasolina sem chumbo 95 não apresentou diferenças relevantes entre regiões. A diferença máxima registada foi de 0,4 cêntimos por litro.

O Algarve registou o preço médio mais elevado, 1,361 euros por litro, enquanto o resto das regiões registou um preço médio de 1,358 euros por litro, à excepção da região Centro que registou o preço médio mais baixo (1,357 euros por litro). “

Só a Itália vai crescer menos que Portugal em 2008 na Zona Euro

Sempre no pódio, só é pena por vezes ser do lado contrário da escala:

“Portugal e Itália são os dois países da Zona Euro que menos vão crescer no próximo ano. O FMI reiterou as previsões que apontam para um crescimento de 1,8% da economia portuguesa, aquém da média da região de 2,1%. As estimativas para a inflação ficam acima do valor estimado pelo Governo. Segundo o relatório, a alta do euro vai prejudicar as nossas exportações…”

O artigo continua no Jornal de Negócios.

Hoje estamos numa de impostos…

Como o preço dos combustíveis está barato…

“O Ministério das Finanças vai aplicar o aumento do imposto petrolífero de 2,5 cêntimos por litro no próximo ano. Este é a terceira das subidas extraordinárias do ISP previstas nas medidas de consolidação orçamental aprovadas em 2005, ainda pelo anterior ministro, Campos e Cunha.

A nova subida do imposto petrolífero vai colocar Portugal no topo dos países da Europa com mais impostos sobre os combustíveis. Em Junho, Portugal, 60% do preço final da gasolina era imposto, uma das percentagens mais altas da Europa e acima da média da UE. Já no gasóleo nacional, a fiscalidade pesa 51%, abaixo da média da UE a 15.

O maior problema é, no entanto, a grande assimetria fiscal com Espanha que faz com que o abastecimento de combustíveis do outro lado da fronteira ganhe expressão, com prejuízos para o Estado, que perde imposto, para as petrolíferas e para os revendedores, que vendem menos. Em Junho, o diesel espanhol pagava menos 10 cêntimos por litro de imposto, mas a grande diferença é na gasolina e chegava aos 26 cêntimos por litro.”

Se estiverem interessados em ler o artigo completo, consultem o Jornal de Negócios.

IMI, mais uma vez…

Desta feita retirado de uma notícia do Jornal de Negócios:

“Dentro de cinco anos, os lisboetas vão estar a pagar mais 94% de Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) do que actualmente. O presidente da câmara de Lisboa prevê um encaixe nos cofres da autarquia de 159,1 milhões de euros em 2012, mais 77 milhões do que no corrente ano. Os valores arrecadados com o IMI serão preciosos para que António Costa consiga equilibrar as contas da capital.

O aumento da receita do IMI deve-se ao agravamento do imposto nos edifícios que não foram transaccionados desde 2004, e que passará de 0,7% para 0,8%, uma das medidas previstas no plano de saneamento da autarquia, apresentado na segunda-feira; também ao facto de, a partir de 2008, cessarem as cláusulas de salvaguarda que fizeram com que, até agora, os aumentos de IMI fossem sentidos em prestações mais suaves; e a um aumento da eficiência na cobrança. ”

Vamos todos viver para Loures?

Câmara de Lisboa duplica Imposto Municipal sobre Imóveis para combater passivo

Este é o título deste artigo do Público. Leiam-no! Será que isto vai mesmo acontecer? É que se for para a frente, é bem fácil gerir uma entidade estatal: quando se está em crise, duplica-se os impostos… ou então criam-se novos impostos como é o caso dos 85,00 € que todas as empresas (quer facturem 1.000€/ano ou 10.000.000€/ano) são agora obrigadas a pagar para depositarem as suas contas nas Conservatórias… Enfim… Portugal…

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