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Indexar os vossos blog’s no Google

O vosso blog já está indexado pelo Google? E quando foi a última actualização dessa indexação? Bom, leiam este artigo: http://consumingexperience.blogspot.com/

Mostrem os vossos posts ao mundo!

Categorias nos blog’s do Blogger

Por curiosidade andei à procura de soluções para categorizar os vários posts no blog. Funcionalidade que existe de “origem” noutros blog’s, mas não no Blogger. Bom, mas como sempre existem soluções, umas mais fáceis outras mais difíceis. Deixo aqui um link de uma solução que me parece bastante simples para resolver este problema: http://billyjoejimbob-advice.blogspot.com

Espero ter ajudado!

HTPC – Parte II

Após mais alguma pesquisa e de uma dica recebida do MV, aqui fica mais um setup de HTPC, desta feita mais barato (cerca de 711 €). Penso que também responde às necessidades de um sistema deste tipo. Mais uma vez a escolha tem em conta ruído total e preço. Em termos comparativos com a outra proposta, talvez seja mais vantajoso optar por este setup dado que a diferença de preço é muito grande, e penso que ao nível de desempenho não se vai notar diferença (ou pelo menos diferença que justifique o diferencial de custo).

Hauppauge WinTV-PVR 500 2xTuner MCE READY + NEW MCE REMOTE
1Gb DDR2 PC4200 533 MHz non-ECC 240 DIMM unbuffered CL4 Infinion Retail
Microsoft MCE Black Infrared Remote Keyboard (Backlit)
Shuttle XPC ST62K Zen Aluminium Barebones System
Intel Celeron D 325 2.53GHz
Samsung SpinPoint P SP2514N 250GB ATA-133 8MB Cache

Algumas reviews que ajudaram a esta escolha:

http://www.overclockercafe.com
http://systems.pimprig.com
http://www.techreport.com

Espanha menos competitiva que Portugal!

Para não serem sempre más notícias:

“Spain has suffered a further erosion this year in its ability to compete in the global economy, according to the results of an annual survey by the World Economic Forum.

Spain slipped to 29th position in 2005 in the Geneva-based WEF’s Growth Competitiveness Index rankings from 23rd last year. The index was based on a survey of 11,000 business leaders in 117 economies worldwide, as well publicly available data. The survey uses a broad range of factors affecting the business environment, such as the macroeconomic scenario, the quality of public institutions and the level of technological progress.

Finland topped the rankings again, followed by the United States and Sweden. Spain ranked behind countries such as Singapore, South Korea, Qatar, Estonia, Portugal, Chile and Israel.

“The Nordic countries share a number of characteristics that make them extremely competitive, such as very healthy macroeconomic environments and public institutions that are highly transparent and efficient, with general agreement within society on the spending priorities to be met in the government budget,” said Augusto López-Claros, the chief economist and director of the WEF’s Global Competitiveness program.

López-Claros said the fall in Spain’s ranking was due a series of factors. He identified one of these as the fact that Spain moved from having a budget surplus to a small deficit last year. The strength of the euro against the dollar also made Spanish exports and those in the euro-zone as a whole less competitive. Businessmen surveyed also pointed to a drop in technological transfer from foreign investment, and relatively lower numbers of university students.

In its draft budget for 2006 presented to Congress Tuesday, the government places special emphasis on to trying to boost productivity by bridging the technological gap between Spain and the rest of the Europe. The budget sets aside almost €24 billion next year for spending on infrastructure, research, development and innovation and education.

The Spanish economy is currently growing at a healthy rate of 3.3 percent. But that is entirely due to domestic demand, with the contribution from the foreign sector clearly negative.”

HTPC

Para quem anda a pensar em fazer um HTPC “à mão” ficam aqui as minhas escolhas:

- Hauppauge WinTV-PVR 500 2xTuner MCE READY + NEW MCE REMOTE
- SilverStone “LASCALA” LC04S-A (Silver) Aluminum Desktop case (Inc PSU)
- 250GB Samsung SpinPoint P120S (SP2504C) 7200rpm, 8MB, SATA II Fluid Dynamic Bearings, 25dBA
- 1Gb DDR2 PC4200 533 MHz non-ECC 240 DIMM unbuffered CL4 Infinion Retail
- Microsoft MCE Black Infrared Remote Keyboard (Backlit) for use with Win’ XP Media Centre
- AOpen i915GMM-HFS Motherboard MicroATX
- Intel Pentium M 1.6Ghz 730 2Mb Cache

Algumas reviews e links dos produtos que me levaram a fazer estas escolhas:

http://www.krunker.com
http://www.bit-tech.net
http://www.silverstonetek.com
http://www.controlled-insanity.com
http://www.pcunleash.com
http://www.custompc.co.uk
http://www.silentpcreview.com
http://www.origenae.com
http://www.winsupersite.com
http://www.pcbuyerbeware.co.uk

Esta máquina fica mais ou menos por 1100,00 € sem contar com drive de dvd e alguns detalhes mais (uma ventoínha, doongle usb Wi-Fi, etc…)

Penso que é uma boa escolha na relação preço/qualidade. Uma outra preocupação que tive ao escolher este harware foi em termos de ruído. Todas as reviews que li da caixa escolhida indicam um ruído muito baixo. A escolha deste processador (e consequentemente da MB, que tb apresentas algumas carcaterísticas muito interessantes em termos de saídas áudio/vídeo) também teve como pressuposto o pouco calor gerado no seu funcionamento, dispensando assim o uso de mais material de circulação de ar.

Para já em termos de lojas onde comprar este material recomendo estas duas:

http://www.kustompcs.co.uk – Para MB e processador
http://www.scan.co.uk/ – Para tudo o resto

Luxemburgo

Artigo de opinião da edição on-line do Jornal de Negócios:

“Numa conjuntura em que o crescimento europeu não parece apresentar sinais de retoma – e em que países como a Alemanha, a Itália ou a França se encontram em situação social e económica difícil – a economia e o mercado de trabalho nacionais reflectem as profundas mutações estruturais que têm influenciado a vida económica europeia e mundial.

Numa conjuntura em que o crescimento europeu não parece apresentar sinais de retoma – e em que países como a Alemanha, a Itália ou a França se encontram em situação social e económica difícil – a economia e o mercado de trabalho nacionais reflectem as profundas mutações estruturais que têm influenciado a vida económica europeia e mundial.Estamos confrontados com uma situação nova, caracterizada por um movimento mundial de deslocalizações para países com mão-de-obra muito mais barata e mercados em expansão, e que tem desencadeado mudanças significativas no tecido social dos países mais desenvolvidos.

A par desta situação, e partindo da ideia de que a economia de um país depende cada vez mais da economia mundial, algumas instituições internacionais – como o fizeram recentemente a OCDE ou o FMI – têm preconizado a necessidade de flexibilização da lei laboral em alguns países europeus no sentido de se obter as reformas capazes de responder aos desafios actuais e iminentes da competitividade económica internacional.

Ora, se na maioria dos países da UE as tentativas de reforma do mercado de trabalho passam pela aposta nas reformas laborais que promovam a facilidade de desvinculação laboral (por exemplo, através do incremento da contratação provisória pelos contratos a termo e pelos contratos temporários) e/ou o aumento da semana horária de trabalho, existe um país (uma verdadeira “aldeia gaulesa”) que resiste a este movimento com sucesso: o Luxemburgo.

Sendo um dos seis países fundadores da UE (além da França, Alemanha, Holanda, Bélgica e Itália) o Luxemburgo tornou-se, em 16 Julho passado, no 13º Estado da UE a ratificar o Tratado Constitucional. O “sim” luxemburguês, com uns representativos 56% dos votos, reflecte a ausência de uma crise social ou económica no país.

Situado no centro da Europa, o Grão-Ducado do Luxemburgo confronta com a Bélgica, a França e a Alemanha. Cobre um território de apenas 2.586 km2 e a sua população total é de 451.600 habitantes.

País pequeno? Só nos planos geográfico e demográfico, pois a sua dimensão não parece constituir obstáculo à sua competitividade.

De facto, a economia Luxemburguesa resiste e fortalece. E diversos são os indicadores económicos que podem deixar Jean-Claude Juncker, o primeiro-ministro luxemburguês, satisfeito. Senão vejamos. Em 2004 o Luxemburgo foi o recordista europeu na atracção de investimento junto dos países da UE25 com 30,2 mil milhões de euros, e junto de países fora da UE 25 atraiu investimentos na ordem dos 15,7 mil milhões de euros.

De notar ainda que foi, em 2004, o país europeu que mais atraiu o investimento norte-americano, com 5,7 mil milhões de euros. Além disso foi também o país da UE que mais investiu fora do seu território: 47,5 mil milhões de euros, dos quais 31,8 mil milhões de euros em países da UE e 15,7 mil milhões de euros em países fora da UE.

Mas qual a receita para o sucesso? Para além da carga fiscal ser baixa (o IVA é de apenas 15%), a taxa de desemprego encontra-se controlada, sendo actualmente a segunda mais baixa dos países da UE, a seguir à da Irlanda. Em 2004 o emprego interno cresceu em média 2% e, de acordo com o Eurostat, no final de 2004 a taxa de desemprego era apenas de 4,4% (quando na vizinhas Alemanha era de 9,5% e em França de 9,7%).

Num país em que o salário mínimo nacional é, actualmente, o mais alto da UE (1.467 euros mensais), a estrutura do emprego assenta, sobretudo, no trabalho por conta de outrem com vínculos contratuais estáveis. Com a taxa de produtividade no trabalho mais alta dos países da UE (e muito mais elevada do que a produtividade nos EUA e/ou no Japão) consegue manter, simultaneamente, a quarta taxa de contratação temporária mais baixa dos 25 países da UE: de acordo com os dados divulgados em Setembro de 2005 pelo Eurostat, – e ao contrário do que acontece em países como, por exemplo, a Espanha ou Portugal – no Luxemburgo apenas 4,9% dos trabalhadores empregados tinham emprego temporário (incluindo-se aqui contratos a termo e contratos de trabalho temporário).

Minúsculo ou não, mantém uma invejável “saúde económica” que resulta, em parte, de uma diversificação industrial, de uma planeada desindustrialização e de uma aposta bem sucedida no sector terciário.

Concomitantemente, no plano internacional, o Luxemburgo é muito valorizado pelo seu know-how financeiro, motivo pelo qual ocupa, de acordo com o Wall Street Journal, a quarta posição mundial no ranking de atracção de investimento estrangeiro. Se desde a década de 1980, o sector financeiro beneficia de um estatuto fiscal e jurídico muito competitivo (vejam-se as sociedades de investimento mobiliário de capital variável, entre nós denominadas SICAV’s), foi a partir de 2002, altura em que se transpôs a terceira directiva europeia sobre valores mobiliários, que este sector cresceu consideravelmente.

Em suma, num contexto de globalização económica, o Luxemburgo é um bom exemplo de país que enveredou por um modelo de desenvolvimento assente na produtividade do trabalho e no recurso a uma mão-de-obra qualificada, bem remunerada e estável. À semelhança do Luxemburgo, acredito que o grande desafio de Portugal reside também na possibilidade de – tirando proveito dos recursos naturais (no caso português, o bom clima e a costa atlântica) e dos recursos humanos (detenção do saber, na capacidade de inovar e de criar bens materiais e imateriais) – relançar a economia através de uma postura que permita estruturar a economia numa perspectiva planeada e de investimentos num ciclo produtivo a longo prazo.”

Para reflectir…

Dicionário Miguelês-Português Parte II

Cagu gangan – Autocarro
Culhé – Colher
Xavi – Chaves
Nham Nham – Bolo

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