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Açores – Baleias

Entre muitas outras coisas, os Açores são isto:

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HTC Touch HD vs Iphone 3G (OS 3.0)

Para quem segue este blog, tem vindo a acompanhar os telefones que tenho usado desde que passei a ter sempre comigo um telefone/pda. Comecei com o Qtek 9100, de seguida um HTC Touch, para um HTC Touch HD, e agora “dei o mergulho” para um Iphone 3G.

Como em tudo, todos os telefones tinham pontos fracos e pontos fortes. Hoje vou apenas focar alguns desses pontos na “luta” entre um HTC Touch HD e um Iphone 3G.

O HTC Touch HD é um excelente telefone, com um hardware muito interessante, que começa no excelente ecrã e passa por uma autonomia invejável para um PDA. Tem como SO o Windows Mobile, com um interface criada pela HTC (que para o caso é comum a toda a linha de windows mobile da HTC) “em cima dele”. Para além disso conta com uma comunidade muito interessante de suporte, o xda-developers.

Passado um mês de ter o HD optei por passar a utilizar uma versão de SO costumizada pelo Laurentiu26.net, com esta alteração o telefone ganhou vida, e passou a ser uma “máquina mais bem oleada”. O Laurentius26 tem vindo a fazer diversos updates ao longo dos meses, os quais fui sempre instalando.

Entretanto tive oportunidade de ficar com um Iphone 3G. Passado 2 semanas de utlização apenas posso dizer que o interface deste telefone ultrapassa em grande escala qualquer interface que tenha usado até hoje. É de facto um telefone que dá vontade de usar. Noto que uso muito mais o telefone do que o Touch HD. Tinha algum receio em relação à sincronização de contactos e agenda, mas esta desapareceu passado 5 minutos. Tudo funciona.

Mas como em tudo nada é perfeito, tenho a apontar o desempenho do GPS que me parece inferior ao do Touch HD, a bateria que é muito inferior, o não ter um “Task Manager” que torna estranho por exemplo receber uma chamada em quanto se está a usar o telefone como um GPS no carro, e a fragilidade aparente do telefone vs o tanque que parecer ser o Touc HD.

Tudo pesado, e embora a bateria do Iphone leve a que não se tire proveito de todas as fuções do telefone, para não andar a carregar o telefone todos os dias, é sem dúvida um excelente telefone, e que bate claramente o Touch HD (que continua a ser um telefone muito bom).

Para além das questões de harware e software, existe uma outra que tem que ser mencionada, a App Store, onde de uma forma simples se conseguem arranjar aplicações e jogos muito interessantes para o telefone (outras nem por isso), e aqui reside outros dos grandes factores de diferenciação de um Iphone para um HTC com Windows Mobile.

Aproveito ainda este post para fazer um pedido à TMN, passem a ter este telefone na vossa lista de terminais!!!

De volta…

Estamos de volta após algum tempo sem “postar” nada por aqui. De volta de umas férias muito boas que nos levaram a conhecer algumas ilhas dos Açores: São Miguel, Faial, Pico e Terceira. A quem ainda não conhece só posso deixar estas palavras: Vão conhecer! É um dos (ou mesmo o) locais mais bonitos de Portugal.

Nos próximos posts vão aparecer as fotos, as curiosidades e os locais a visitar. Entretanto ficou prometida a subida ao pico daqui a 5 anos. Alguém alinha?

Boas férias a todos!!!

O salazarismo que perdura em nós

“O tema é recorrente em momentos eleitorais ou em crises económicas profundas. Falo da versão light do slogan “os ricos que paguem a crise”: é preciso agravar a carga fiscal de quem ganha mais para ajudar quem ganha menos.

Não vale a pena repescar a estafada ideia de que tributar quem ganha mais desencoraja o investimento. Nem outra (válida) de que, à medida que a tributação sobe, se reduz o incentivo para trabalhar mais. A questão é mais profunda e vem do salazarismo: gostamos de ser remediados (adoramos cultivar a pobreza).

Faz sentido aumentar as deduções fiscais às famílias de menores rendimentos, agravando as deduções às que ganham mais? Faz. Mas se o Governo quer fazer alguma coisa pelo País, tem de promover a riqueza, não o nivelamento por baixo. Isto é, não se pode contentar com discriminar positivamente quem tem menos rendimentos. Tem de implementar políticas que nos façam enriquecer: os que (agora) ganham menos e os que, ganhando mais (agora), podem ganhar ainda mais no futuro. Porque o problema da sociedade portuguesa não é ter pessoas que ganham bem e outras mal. É não conseguirmos que as segundas migrem desse grupo para o dos mais ricos. É que, bem vistas as coisas, todos ganharíamos se em vez de 30 mil famílias que ganham mais de 5 mil euros, tivéssemos 100 mil. Nivelar por baixo é defender um dos complexos do salazarismo, de que ainda não nos livrámos. A propósito, alguém se admira de estarmos cada vez mais pobres face aos nossos parceiros?”

Retirado daqui: Jornal de Negócios